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	<title>rosiane delgado &#8211; Rosiane Delgado &#8211; Psicologia Sistêmica.</title>
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	<description>Palestras dirigidas a empresas de varejo e educação, psicologia escolar e atendimento clínico</description>
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		<title>Encontros Afetivos</title>
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				<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 01:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[rosiane delgado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[Para muitos de nós, o maior anseio da vida é a realização amorosa. De fato, as relações significativas são indispensáveis a qualquer pessoa, pois a convivência necessita de sentimentos, envolvendo principalmente doçura, amizade e compreensão mútua. Tal condição qualifica o estado emocional ao servir como fonte de confiança e bem-estar. Quando menos se espera, surge&#8230;&#160;<a href="https://www.rosianedelgado.com.br/encontros-afetivos/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Encontros Afetivos</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos de nós, o maior anseio da vida é a realização amorosa. De fato, as relações significativas são indispensáveis a qualquer pessoa, pois a convivência necessita de sentimentos, envolvendo principalmente doçura, amizade e compreensão mútua. Tal condição qualifica o estado emocional ao servir como fonte de confiança e bem-estar.</p>
<p>Quando menos se espera, surge alguém capaz de despertar fascínio, alegria, atração sexual e a vontade de estar sempre perto e de cuidar. Percebe ou projeta neste ser amado atributos que faz sentir-se compreendido e atendido na demanda afetivo-sexual.<br />
Daí cresce a expectativa de se compartilhar afeto, respeito e cumplicidade.</p>
<p>Investir num relacionamento exige reconhecer a realidade do outro e saber se tem competência para ajudar e deixar-se ser ajudado. Na relação a dois deve haver espaço para aconchego e segurança, capaz de nutrir cada parceiro de esperança no enfrentamento de situações críticas.<br />
Mas compartilhar algo com alguém, antes é preciso ter encontrado sentido para própria existência. Quem se sente vazio esperando apenas receber, não tem o que doar.</p>
<p>“Ter alguém” apenas para diminuir ou suprir carências não significa abrir espaço na vida em razão da presença desse alguém. A transferência ilusória, para o outro, do compromisso de dar conta de defasagens afetivas sobrecarrega a relação. Demandas emocionais excessivas de um sobre o outro, sufoca, aprisiona, afasta e gera vítimas e algozes.</p>
<p>O passo inicial para sair desse entrave afetivo é aprender a discriminar, nomear, acolher e compreender os próprios sentimentos e emoções, objetivando a modificação do padrão doentio por meio do estabelecimento de conexões mais saudáveis com a realidade, pessoas, circunstâncias e consigo mesmo.</p>
<p>Seja numa relação conjugal ou de simples amizade é importante perceber, respeitar e tratar as vulnerabilidades e tensões abrindo espaço sempre que necessário para repreender e ser repreendido sem gerar em nenhum tipo de melindre. Devendo prevalecer o princípio de amar sem anular-se nem acumpliciar-se com o erro alheio.</p>
<p>Estabelecer vínculos afetivos pautados na inevitável condição de conhecer e dar-se a conhecer leva tempo e não é garantia de “sucesso”, pois entrosar e expor o que sentimos e desejamos nem sempre é fácil. Porém, viver uma existência íntima e compartilhada com alguém é uma conquista que traz enorme satisfação e felicidade.</p>
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		<title>Por que é tão importante perdoar?</title>
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				<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 01:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[rosiane delgado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[Conviver uns com os outros no ambiente familiar ou num grupo social resulta muitas vezes em rusgas inevitáveis e evitáveis, podendo produzir sofrimento, mágoa e/ou marcas emocionais leves ou profundas. Para lidar com tais sentimentos, as pessoas normalmente optam por uma das três ações: reprimir os sentimentos, vingar-se ou perdoar a si mesmos e aos&#8230;&#160;<a href="https://www.rosianedelgado.com.br/por-que-e-tao-importante-perdoar/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Por que é tão importante perdoar?</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Conviver uns com os outros no ambiente familiar ou num grupo social resulta<br> muitas vezes em rusgas inevitáveis e evitáveis, podendo produzir sofrimento,<br> mágoa e/ou marcas emocionais leves ou profundas. Para lidar com tais<br> sentimentos, as pessoas normalmente optam por uma das três ações: reprimir<br> os sentimentos, vingar-se ou perdoar a si mesmos e aos outros.</p>



<p><br> A estratégia de reprimir ou negar os sentimentos conserva a dor, acumula<br> coisas não resolvidas e, cedo ou tarde, o incômodo doloroso transborda vindo<br> à tona por meio de comportamentos denunciantes ou somatizações. O prejuízo<br> nas relações é previsível, pois fazer de conta que está tudo bem quando não<br> está amplia a suscetibilidade a decepções e prolonga o sofrimento.</p>



<p><br> Independente da pequena ou grande intensidade, a vingança é repudiável<br> enquanto sentimento e conduta social porque gera variados tipos de violência<br> e impede a interação harmoniosa entre as pessoas. Quem busca vingança<br> concebe mais poder ao ofensor por ocupar seu tempo com ideias negativas,<br> propagando a dor e, em algum momento posterior, é assolado pelo sentimento<br> de culpa.</p>



<p><br> Perdoar não significa esquecer as experiências sentidas, mas observar outros<br> ângulos da mesma situação. Afinal de contas, quem bate esquece, mas quem<br> apanha não. O perdão sempre ocorre entre as pessoas, sendo o ato de<br> desculpar com racionalidade qualquer ação reconhecidamente malfeita da<br> outra pessoa.</p>



<p><br> Sair da posição de vítima e assumir o papel de protagonista da própria história<br> favorece a recuperação de traumas e melhoria da saúde física e mental. Por<br> outro lado, pessoas que apresentam dificuldade na capacidade de perdoar<br> estão mais propensas a doenças e problemas de saúde mental.</p>



<p><br> Para perdoar a si mesmo e ao outro é preciso estabelecer relações saudáveis<br> perduráveis: identificar a raiva e o ressentimento, tomar a decisão de perdoar e<br> abrir mão do direito de estar ressentido, evitando pensar mal ou ter<br> comportamento indiferente direcionado à pessoa que nos feriu. Reconstruir os<br> vínculos e aplicar o princípio do menos doente assistir ao mais doente.</p>



<p><br> O ato de perdoar é uma decisão íntima de mudar a si mesmo e não tentar<br> mudar o outro, eliminando assim os conflitos interpessoais. Não somente<br> passar por cima da ofensa recebida, mas procurar ajudar o ofensor dentro das<br> próprias possibilidades, sem qualquer postura de superioridade. Portanto, o<br> fechamento ideal das relações estremecidas é o perdão.</p>
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		<title>É certo atender todos os desejos da criança?</title>
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				<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 01:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[rosiane delgado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[Vários pais trabalham fora e possuem relativa facilidade de aquisição de bens de consumo. É comum ver pais/avós atendendo não só as necessidades como também caprichos sem impor limites às crianças. Dão tudo, de caráter material e afetivo, em excessos, sem ensinar aos pequenos a valorizar o que têm e ganham. O adulto sobrecarrega a&#8230;&#160;<a href="https://www.rosianedelgado.com.br/e-certo-atender-todos-os-desejos-da-crianca/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">É certo atender todos os desejos da criança?</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>Vários pais trabalham fora e possuem relativa facilidade de aquisição de bens<br> de consumo. É comum ver pais/avós atendendo não só as necessidades como<br> também caprichos sem impor limites às crianças. Dão tudo, de caráter<br> material e afetivo, em excessos, sem ensinar aos pequenos a valorizar o que<br> têm e ganham.</p>



<p><br> O adulto sobrecarrega a criança pequena quando transfere a responsabilidade<br> de escolha, perguntando por exemplo que horas vai dormir. Contudo, é papel<br> do responsável cuidar, acolher, orientar, encaminhar e exigir, de maneira<br> compreensiva e proporcional, certas ações relativas ao perfil da criança<br> conforme a situação. Os limites dão a noção de fronteira à criança para ajustar<br> o comportamento norteando as decisões sobre o certo e o errado.</p>



<p><br> Para prender atenção da criança, é preciso estimular o prazer da descoberta.<br> Ela necessita perceber a existência de uma ordem e hierarquia aplicadas na<br> sua rotina, de modo a deixá-la segura em relação ao mundo novo a ser<br> descoberto. A criança sem limites cresce com deformação na percepção da<br> relação com o outro. Tenta dobrar a realidade e as pessoas à sua volta<br> importando somente ela mesma e sua vontade.</p>



<p><br> É comum pais/avós hesitarem em dizer sim ou não a criança por medo de<br> arrependerem-se. Porém, a resposta precisa ser coerente ao objetivo de educar<br> e os pais não devem voltar atrás após a decisão tomada. Caso contrário, fica<br> subentendido a possibilidade dos limites poderem ser negociáveis deixando a<br> criança sem referências e acreditando equivocadamente possuir controle sobre<br> as pessoas e circunstâncias.</p>



<p><br> Muitos adultos ficam confusos ao tentar distinguir entre o desejo e a real<br> necessidade da criança. O desejo é a expectativa de possuir ou alcançar algo.<br> A necessidade é imprescindível à existência do ser humano. Embora às vezes<br> não pareça, algumas crianças são espertas e podem utilizar de manipulação e<br> chantagem emocional testando pais/avós afim de saber até que ponto são<br> capazes de satisfazerem seus desejos.</p>



<p><br> O ambiente familiar exerce forte influência sobre a criança, podendo ser fonte<br> de recursos para um bom desempenho ou conduzi-la ao reforço de<br> comportamentos disfuncionais. Entretanto, sem condução correta por falta de<br> limites, a criança pode mostrar-se teimosa, birrenta, irritadiça, impaciente e<br> arredia às determinações dos adultos.</p>



<p><br> O dilema de alguns pais é não saber como compensar sua ausência. Buscam<br> demonstrar afeto comprando presentes. Todavia, rápido a criança perde<br> interesse pelos seus objetos e além disso a quantidade de mimos não a torna</p>



<p>melhor e nem mais feliz. Também não é aconselhável barganhar para fazer o<br> filho pequeno obedecer. Ele se adequará as condições oportunas, não<br> aprenderá o porquê das coisas e terá dificuldades para compreender o motivo<br> das regras.</p>



<p><br> O excesso de zelo e o acobertamento evitando enxergar o erro/imaturidade da<br> criança sugere dependência emocional do adulto. Esse adulto orienta-se em<br> função da qualidade dos relacionamentos afetivos como forma de dar sentido<br> a sua vida. Em geral, se conhece superficialmente, aprisiona o ente querido e a<br> si mesmo, subestima a necessidade dos demais e ama com medo da solidão.</p>



<p><br> A criança superprotegida tende a apresentar dificuldades para desenvolver<br> competências e habilidades. Mostra-se frágil e insegura para explorar o<br> mundo ao seu redor e aprender por meio das próprias experiências. Tende a<br> tornar-se cada vez mais dependente da ajuda e opinião dos pais, espera que os<br> outros resolvam suas questões e intercedam por ela.</p>



<p><br> Preocupados em não desapontar o filho/neto muitos cuidadores privam a<br> criança de vivenciar e experimentar a frustração. Com aprovação e<br> consentimento, a criança ocupa quase todo espaço da casa a ponto de<br> pais/avós tornarem-se apenas instrumentos para atender suas vontades. Tais<br> adultos parecem esquecer o quão não é possível atender todas nossas vontades<br> ao longo da vida e o quanto é normal decepcionar-se.</p>



<p><br> Ter seus desejos constantemente atendidos significa querer sempre mais e não<br> saber identificar o necessário para si mesmo. A frustração favorece a<br> formação do caráter ao ensinar a suportar um desejo não atendido, aceitar uma<br> espera imposta, e também impulsiona pensar em possíveis alternativas para se<br> sentir satisfeito.</p>



<p><br> Diante das inúmeras concessões desnecessárias e os respectivos prejuízos<br> discutidos, sugere-se a pais/avós refletirem sobre o tipo de educação dada as<br> crianças. Mesmo os pequenos tendo resistência em assimilar o não, os pais<br> devem permanecer confiantes e firmes na tarefa de educar.</p>



<p><br> O desafio de educar uma criança consiste em conseguir dosar amor sem<br> permissividade e limite sem autoritarismo. A contenção de posturas<br> inadequadas deve ser clara e explícita, mostrando à criança o que é esperado,<br> o que pode ou não ser feito e as consequências das atitudes, devendo-se<br> instruí-la a tolerar as frustrações e respeitar os próprios limites e os dos outros.<br> Para tanto, torna-se necessário perceber o essencial no atendimento às<br> necessidades e às solicitações do filho, valorizar o útil em detrimento do<br> supérfluo, eliminando os excessos e inutilidades sem abrir mão da satisfação<br> de demonstração do afeto. Transmitir amor sem sufocar nem negligenciar o</p>



<p>tempo de convívio familiar e ao mesmo tempo deixar os filhos crescerem<br>
entendendo que na vida menos pode ser mais.</p>
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		<title>O pessimista pode se tornar Otimista?</title>
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				<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 01:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[rosiane delgado]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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				<description><![CDATA[No cotidiano do dia-a-dia e em momentos de reveses algumas pessoas ou até nós mesmos, temos o hábito de desabafar o mal estar pensando e falando frases do tipo: “Só podia acontecer comigo”; “É sempre assim”; “Não faço nada certo”. Esse estilo de frase tão comum e aparentemente inofensiva é pessimista e de caráter derrotista.&#8230;&#160;<a href="https://www.rosianedelgado.com.br/o-pessimista-pode-se-tornar-otimista/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">O pessimista pode se tornar Otimista?</span></a>]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[
<p>No cotidiano do dia-a-dia e em momentos de reveses algumas pessoas ou até nós<br> mesmos, temos o hábito de desabafar o mal estar pensando e falando frases do tipo:<br> “Só podia acontecer comigo”; “É sempre assim”; “Não faço nada certo”. Esse estilo de<br> frase tão comum e aparentemente inofensiva é pessimista e de caráter derrotista.</p>



<p><br> Tal aspecto negativo deve-se ao conteúdo autodepreciativo e queixoso capaz de<br> transformar obstáculos simples em situações graves. O agravamento de uma situação<br> ocorre quando a pessoa sucumbe ao desânimo e rende-se ao fracasso por acreditar<br> que as vicissitudes são irremovíveis desistindo com facilidade dos seus propósitos.<br> A reação paralisante de desistência resulta da convicção: não adianta fazer nada.<br> Essa maneira consciente ou inconsciente de explicar ‘para si mesmo’ por que as<br> coisas acontecem determina o que sentimos e fazemos. O modo de pensar não é algo<br> fixo, a pessoa pode escolher uma forma otimista de confrontar as circunstâncias<br> adversas.</p>



<p><br> O otimista encara as coisas pelo lado melhor e contribui sempre para a solução<br> favorável mesmo nas situações mais difíceis, conciliando o máximo de bem e o<br> mínimo de mal perante o contexto e a realidade dos fatos. É persistente, considera o<br> insucesso contratempo passageiro, se refaz da derrota, dá volta por cima e recomeça.<br> Ser otimista não significa negar a realidade se iludindo para ver o lado bom inexistente<br> ou criando versão bonita para o fato desastroso acreditando que tudo é favorável. Mas<br> é avaliar a melhor configuração possível da situação, esperar a solução favorável sem<br> abster-se de agir e desdramatizar o problema.</p>



<p><br> Tornar-se otimista consiste na mudança consciente da maneira de falar consigo<br> mesmo coisas negativas para ponderar comedidamente com predisposição em ver o<br> melhor nas pessoas, contextos e ideias sem distorcer a verdade dos fatos mantendo o<br> bom ânimo perante os desafios.</p>



<p><br> Assim, por mais difícil e complexa que seja a situação crítica a superação passa<br> inevitavelmente pela ótica otimista apoiada por três premissas básicas: ajudar os<br> outros sempre, e sem reclamar, em todas as oportunidades possíveis; preferir pela<br> realidade sobre qualquer ilusão; e observar males que vêm para bem.</p>



<p>DELGADO, Rosiane; Gazeta do Iguaçu; Artigo; Diário; Ano 25; Ed. 7.322; Suplemento Saúde e<br>
Comportamento; Seção: Vida Saudável; 1 foto;1 ilus.; Foz do Iguaçu; Brasil. Novembro, 2012.<br>
página dupla central.</p>



<p></p>
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